IMPRENSA

 


IEA cria banco de dados sobre produção e preços de alimentos orgânicos
24/01/2017

A iniciativa também inclui estatísticas da agricultura familiar 

 
Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), com o intuito de ampliar sua linha de pesquisas em 2017, oferece o acompanhamento periódico de preços da produção de orgânicos, por meio de um banco de dados. A iniciativa também inclui estatísticas da agricultura familiar.
 
“Esse levantamento tem como objetivo ressaltar as características dos produtores familiares, que são responsáveis por quase 80% de toda a produção agropecuária do Estado de São Paulo”, destaca o diretor técnico do IEA, Celso Luiz Rodrigues Vegro.
 
De acordo com o executivo, o levantamento de preços e da produção de orgânicos, que serve como base para as ações de segurança alimentar, é realizado em parceria com as unidades da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), também vinculados à SAA.
 
Segundo Vegro, parcerias com entidades de classe, assim como dos governos estadual e federal, estão sendo estudadas: “Pretendemos buscar ações junto à União dos Produtores de Bioenergia (Udop), Organização dos Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana) e outros órgãos”.
 
“Produtores rurais, cooperativas, entidades de classe do setor, empresas vinculadas ao agronegócio, bancos públicos e privados, secretarias de governo e ministérios e universidades interessam ao IEA”, salienta o diretor. “Advogados, pesquisadores nacionais e do exterior, técnicos da receita federal, corretoras e seguradoras, consultorias de negócios, supermercadistas, atacadistas, feirantes, donos de bares e restaurantes também são parceiros de interesse do Instituto, para ampliar ainda mais nossa base de dados”, acrescenta.
 
FUNCIONALIDADE
 
Em relação à funcionalidade do banco de dados do IEA, Vegro informa que, exclusivamente pelo Fale Conosco disponível no site do Instituto (www.iea.sp.gov.br), planilhas, tabulações especiais, quadros de saída específicos – customizados ao software utilizado – serão fornecidos ao interessado, após a análise do perfil do demandante e a quantidade de informações solicitadas.
 
“Desta análise resulta a geração de um orçamento, que é encaminhado para o demandante que, após a comprovação do depósito, receberá os dados solicitados por meio eletrônico”, informa.
 
Segundo o diretor técnico, o banco de dados do IEA já está disponível diariamente e assim permanecerá para as informações que tenham até 24 meses, a contar da data de suas criações: “Demandas referentes a datas passadas serão atendidas mediante consulta prévia”.
 
Vegro acrescenta que, paralelo à iniciativa, o IEA criou o serviço de web-service, que consiste na entrega customizada das informações diárias, com a antecedência de uma hora para os assinantes: “Este produto é destinado aos bancos e às consultorias que balizam suas recomendações mediante as variações que o mercado exige”.
 
PIONEIRISMO
 
Vegro informa que os dados e informações estatísticas do IEA, instituição que completará 75 anos de atuação em 2017, são produzidos ininterruptamente desde os anos 60, colocando a instituição como pioneira em economia agrícola, no Brasil: “Preços, produções e valores são sistematicamente consistidos e disponibilizados não apenas para a comunidade interessada, mas para toda a sociedade brasileira e paulista”.
 
Além dos estudos periódicos – como a balança comercial, “Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista”; e previsões de safra e de produção animal –, o Instituto intensificará a realização do ciclo de “Seminários: Estudos IEA”.
 
“Em 2017, serão promovidos 16 encontros, possibilitando à sociedade debater temas ligados ao segmento agropecuário com especialistas”, conta o diretor.
 
As consultas ao banco de dados continuam disponíveis aos interessados para os últimos 24 meses. Dados históricos e séries estatísticas passaram a ser disponibilizados mediante consulta prévia e precificação do trabalho necessário para emissão de laudos.
 
“A adoção da política de pagamento por serviços de dados e informações configura-se como modalidade moderna de trabalho, pois a consulta livre anteriormente praticada não nos concedia a possibilidade de conhecer melhor nosso usuário”, explica Vegro.
 
Ele acrescenta que, com a criação da rotina, será possível customizar a informação solicitada provendo, assim, o usuário de melhores condições de conduzir sua tarefa.
 
Conforme o diretor, os produtores rurais constituem parte do grupo dos principais interessados que as estatísticas agrícolas sejam produzidas com credibilidade e independência: “Gerar recursos próprios para melhorar a qualidade dos levantamentos e reduzir os prazos para divulgação dos números auxiliam no processo de tomada de decisões dos empreendedores rurais”. 
 
 



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